Peças para o próximo leilão

791 Itens encontrados

Página:

  • Ex-voto em monobloco de madeira. Brasil, princípio do Séc. XX. Bela pátina. 44 cm de altura.
  • Raríssimo ex-voto em prata maciça. Brasil, Séc XVIII/XIX. 3 cm de altura.
  • Ana das Carrancas. Escultura em barro representando carraca. 25 cm de altura.
  • Conjunto com 5 peças para cavalos em metal com desenhos em relevo. Brasil, cerca de 1900.
  • Sérgio Vidal da Rocha (1945). Oficina. Óleo sobre tela. Assinado e datado março de 1986. 38,5 x 58,5 cm. Sérgio é músico, pintor, escultor e desenhista brasileiro.
  • Aldemir Martins (Ingazeiras, CE, 1922 - São Paulo, SP, 2006). Natureza Morta. Acrílica sobre papel. 31 x 43 cm. Certificado de autenticidade do Estúdio Aldemir Martins.
  • Raro confessionário em vinhático. Brasil, São Paulo, Séc. XVIII/XIX. 146 X 43 X 58 cm.
  • Hector Carybé (1911-1997). Placa de cimento esmaltado. Assinado, cid e datado de 78. 54 x 54 cm. Hector Julio Páride Bernabó, foi um pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista argentino, brasileiro naturalizado e residente no Brasil desde 1949 até sua morte.
  • Belíssima imagem em madeira representando Nossa Senhora das Dores, policromia nas cores rouge-de-fer e azul com bordas douradas à folha de ouro. Alemanha, Séc. XVI/XVII. 134 cm de altura.
  • Par de pratos em porcelana policromado Imari.  Japão, Meiji, Séc XIX. 22 cm de diâmetro.
  • Raríssima escultura representando Santana Mestra com a menina em madeira policromada. Brasil, princípio do séc. XVIII. 45 x 28 cm.
  • Sopeira com seu présentoir em porcelana KPM policromada. Europa, Séc. XIX. Marcas no verso. 25 x 33 cm a sopeira e 41 x 28 cm o présentoir.
  • Grande e rara travessa em porcelana Cia. das Índias, brasonada e na decoração Família Rosa. China, Qing, Qianlong, Séc. XVIII. 38 x 46 cm. Com restauro na borda.
  • Queen Anne. Seconda metà del settecento. Almeno Germano così diceva. Conjunto de 14 cadeiras sendo 2 delas com braços. Itália.
  • Di Cavalcanti (Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque Melo), mais conhecido como Di Cavalcanti (RJ, 6 de setembro de 1897 - RJ, 26 de outubro de 1976). Natureza Morta. Óleo sobre tela. Assinado cie. Ex coleção Theodor Fuchs. 50 x 61 cm. Di Cavalcanti foi um pintor modernista, desenhista, ilustrador, muralista e caricaturista brasileiro. Sua arte contribuiu significativamente para distinguir a arte brasileira de outros movimentos artísticos de sua época, através de suas reconhecidas cores vibrantes, formas sinuosas e temas tipicamente brasileiros como carnaval, mulatas e tropicalismos em geral. Di Cavalcanti é um dos mais ilustres representantes do modernismo brasileiro. Entre outros artistas do modernismo, esteve atento, em sua produção, à formação de um repertório visual ligado à realidade brasileira. Apesar do contato com a produção artística contemporânea em sua vivência parisiense, ele aplaina e nivela as linguagens modernas em seus trabalhos. Entende a arte principalmente como uma forma de participação social. Assim, valoriza em sua produção os temas de caráter realista e voltados à construção da identidade nacional, como a representação das mulatas ou do carnaval.
  • Nuno Ramos (1960). Escultura em pedra. 85 x 62 x 43 cm. Artista plástico, escritor e músico. Nuno não compreende vida e obra como coisas de mesma natureza, entre as quais se realiza uma continuidade. Para ele, essa relação só se dá por caminhos forçados, o que o leva a instaurar descontinuidade radical em seus trabalhos. Uma formalização que, em lugar de domesticar, exponencie a materialidade do mundo, daí a importância da matéria em sua obra. A matéria está presente mesmo no uso da linguagem, pois as palavras são realizadas com materiais como a parafina, e devem ser esculpidas como tal. A escrita de Nuno com os quadros e ambos o mesmo comportamento, não é possível uma visão unitária, nem uma leitura por partes. Para ele, os trabalhos surgem de uma comunicação interrompida entre corpo e signo que faz com que a obra transborde de um lado ou de outro num excesso de matéria ou num excesso de significado. Dada sua complexidade, é difícil apreender sua obra. Com várias proposições formais, sua unidade parece residir nos questionamentos que propõe.
  • Remanescente serviço de jantar em porcelana Cia. das Índias, decoração Família Rosa, comumente chamado de "Princesinhas", contendo, sopeira e présentoir com 22 x 36 cm, travessa com 23 x 31 cm, 9 pratos rasos com 21 cm de diâmetro e 4 pratos fundos com 21 cm de diâmetro. China, Qing, Qianlong (1736-1795). Présentoir com restauro e 5 pratos com pequenos bicados. Total: 16 peças.
  • Potiche em porcelana Cia. das Índias, decoração powder blue. China. Qing, Séc. XVIII. 48 cm de altura.
  • D. João VI - Serviço de Derby - Raríssimo e extraordinário corvilhete em porcelana, pasta mole, borda elevada recortada, decorada com friso de folhagem em esmaltes solferinos e verde entre dois frisos dourados, caldeira decorada em dourado com reserva central, pintura representando Viewonthe River Dove. Marca para Derby, Inglaterra, Derby Shire. Cerca de 1790. 26 x 19 cm. Peça idêntica reproduzida à pág. 185 do livro Louça da Aristocracia do Brasil, de Jenny Dreyfus. Ex coleção família Loureiro. Em perfeito estado.
  • Legumeira em porcelana Cia das Índias, decorada com policromia de esmaltes com bordas florais. Apresenta medalhões a frente com monograma. Alças laterais trançadas e pega da tampa moldada em pinha. pertenceu ao 2 serviço do Marquês de Bonfim. Séc XIX. Reproduzido no livro Louça da Aristocracia no Brasil por Jenny Dreyfus na página 114. 16 x 32 x 24 cm. Encontra-se em perfeito estado.

791 Itens encontrados

Página: