Peças para o próximo leilão

154 Itens encontrados

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  • Par de brincos em ouro branco AU2C Rubi Oval 15 cts. Diamantes: 18 cts. Peso total: 30,50 gr. Cada. Garantia e certificado Vecchio Joalheiros. Por medidas de segurança, a joia não encontra-se na galeria.
  • ODIOT - Monumental centro de mesa com seu présentoir em prata de lei maciça, repuxada e cinzelada, ricamente decorada com figurações florais, em ambas as faces reservas com escudos coroados idênticos, entre guirlandas. Ambas as peças sobre quatro pés em volutas. França, princípio do Séc. XX. 48 x 31,5 x 12,5 cm de altura, a floreira e 73 x 54 cm, o présentoir.
  • Aurelino dos Santos (1942). Óleo sobre Eucatex. Assinado, cid e datado 2002. 64 x 79 cm. Aurelino dos Santos é um artista plástico baiano, nascido em Salvador no ano de 1942, em data incerta. Em 2013, vivia em sua cidade natal, no bairro de Ondina, em um barraco de tijolos sem reboco, com telhado de amianto, em companhia da sobrinha Sara dos Santos. Alcoólatra e tabagista, esquizofrênico, seu distúrbio o leva a caminhar pelas ruas falando sozinho e recolhendo materiais que servem de molde para os traçados iniciais de suas obras. Analfabeto e autodidata, foi cobrador de ônibus na juventude, tendo iniciado sua carreira como artista plástico por influência do escultor baiano Agnaldo Santos (1926-1962), incentivado pela arquiteta paulista Lina Bo Bardi. Sua arte pode ser descrita como uma forma de superar a melancolia e buscar o equilíbrio emocional. Trabalha primordialmente com pintura, tendo experimentado, ainda, outros suportes, como tapeçaria. Suas obras, que trocava por maços de cigarro, são comercializadas por galerias de São Paulo e Salvador, como a Galeria Estação e a Prova do Artista, já tendo sido apresentadas em exposições internacionais em São Paulo, Paris, Madri e Valencia; o Museu Afro Brasil, em comemoração ao Dia da Consciência Negra, em 2011, patrocinou a exposição Aurelino - a Transfiguração do Real. Algumas de suas obras ainda participaram da exposição Teimosia da Imaginação: 10 artistas brasileiros, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, e da inauguração do Museu Janete Costa de Arte Popular. O trabalho de Aurelino dos Santos foi apresentado na Young Art de Art Madrid '09. A Fundação Cartier, na exposição em Paris Histoires de voir, show and tell, deu-lhe tal destaque que o definiu como um mito vivo, citando o poeta português Fernando Pessoa: O mito é o nada que é tudo. Pintor primitivista com obras de cores fortes e intensa geometrização, sua característica mais marcante, sua arte representa uma arquitetura idealizada de planos, formas e cores. Suas imagens, abstratas para o público, para ele têm significado figurativista. Seu estilo à maneira de Guignard, é classificado como naïf, tendo como marca uma intensa perspectiva verticalizada. A colecionadora paulista Vilma Eid, da Galeria Estação, compara os trabalhos de Aurelino com modernistas brasileiros como Tarsila do Amaral e Volpi, insistindo que "é um artista com A maiúsculo e deve ser levado a sério.
  • Pulseira em ouro Branco com 3 fios Riviera. Diamantes brancos 1,89 cts, diamantes negos: 4,86 cts. Peso total: 21,20 gr. Garantia e certificado Vecchio Joalheiros. Por medidas de segurança, a joia não encontra-se na galeria.
  • Par de brincos em ouro branco com 5 fios pendentes. Diamantes 4,00 cts. Peso total: 27,7 gr. cada. Garantia e certificado Vecchio Joalheiros Por medidas de segurança, a joia não encontra-se na galeria.
  • Flávio Shiró Tanaka (Sapproro-1928). Óleo sobre tecido. Assinado, cie. 148 x 150 cm. Importante pintor, gravador, desenhista e cenógrafo. Após iniciar sua carreira com obras figurativas, de caráter expressionista, Flávio-Shiró dedica-se à abstração informal a partir da década de 1950. Cria obras nas quais se destacam a gestualidade da pincelada e as superfícies carregadas de matéria, empregando frequentemente o negro e cores escuras ou neutras. Trabalha com a consciente ambiguidade entre figuração e abstração. Destacam-se em seus quadros a paleta contida, as texturas elaboradas e o equilíbrio entre grafismos e mancha cromática. Para Roels Jr., Shiró é um artista que aborda contradições inerentes à pintura contemporânea, como abstração e representação, e objetividade e subjetividade.
  • Beatriz Milhazes (1960). O Passeio em rosa e marrom. Serigrafia 43/50. Assinado, verso e datado 2016. 53,5 x 41 cm. Com certificado de autenticidade assinado pela artista. Pintora, gravadora e colagista. Sua obra se caracteriza pelo uso da cor, de estruturas geométricas, arabescos e motivos ornamentais para criar composições de intenso dinamismo óptico. Milhazes trabalha frequentemente com formas circulares, sugerindo deslocamentos ora concêntricos, ora expansivos. A transferência de imagens da superfície lisa para a tela faz com que a gestualidade seja quase anulada. A matéria pictórica obtida por numerosas sobreposições não apresenta qualquer espessura, pois os motivos de ornamentação e arabescos são colocados em primeiro plano. O olhar do espectador é levado a percorrer todas as imagens, acompanhando a exuberância gráfica e cromática dos quadros. Realiza trabalhos que têm no caráter decorativo sua peça estruturante. Arabescos, ornamentos e jogos cromáticos levam o espectador a percorrer obras que, com influência de diferentes movimentos, mesclam o barroco com o modernismo.
  • Jarbas Lopes (1964). Políticos da série "O Debate". Plásticos e carpetes trançados. 180 x 125 cm.
  • Los Carpinteiros. Trash Shopping Cart (Version Grande). Aquarela sobre papel. Assinado, cid e datado 2007 78,5 x 107 cm.  Com cachê da Galeria Fortes Vilaça.
  • Frans Krajcberg (1921-2017). Escultura em madeira pintada. 200 x 135 cm. Importante escultor, pintor, gravador e fotógrafo. Autor de obras que têm como característica a exploração de elementos da natureza, destaca-se pelo ativismo ecológico, que associa arte e defesa do meio ambiente. Nascido na Polônia, Krajcberg forma-se em engenharia e artes pela Universidade de Leningrado. Mais tarde, ao mudar-se para a Alemanha, ingressa na Academia de Belas Artes de Stuttgart, onde é aluno do pintor alemão Willi Baumeister (1889-1955). Sua carreira artística se inicia no Brasil, onde chega em 1948, procurando reconstruir a vida depois de perder toda a família em um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Reside um curto período no Paraná (isolando-se na floresta para pintar) e, em 1951, participa da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, com duas pinturas. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1956, onde divide ateliê com o escultor Franz Weissmann (1911-2005). Naturaliza-se brasileiro no ano seguinte. Suas pinturas desse período tendem à abstração, predominando tons ocre e cinza. Trabalha motivos da floresta paranaense, com emaranhados de linhas vigorosas. O artista retorna a Paris em 1958, onde permanece até 1964. Alterna a estada em Paris com viagens a Ibiza, Espanha, onde produz trabalhos em papel japonês modelado sobre pedras e pintados a óleo ou guache. Essas "impressões" são realizadas com base no contato com a natureza e aproximam-se, nas formas, de paisagens vulcânicas ou lunares. Também em Ibiza, a partir de 1959, produz as primeiras "terras craqueladas", relevos quase sempre monocromáticos, com pigmentos extraídos de terras e minerais locais. Como nota o crítico Frederico Morais, a natureza torna-se a matéria-prima essencial do artista. De volta ao Brasil, em 1964, instala um ateliê em Cata Branca, Minas Gerais. A partir desse momento ocorre em sua obra a explosão no uso da cor e do espaço. Começa a criar as "sombras recortadas", nas quais associa cipós e raízes a madeiras recortadas. Nos primeiros trabalhos, opõe a geometria dos recortes à sinuosidade das formas naturais. Destacam-se as projeções de sombras em suas obras. Em 1972, passa a residir em Nova Viçosa, litoral sul da Bahia. Amplia o trabalho com escultura, iniciado em Minas Gerais. Intervém em troncos e raízes, entendendo-os como desenhos no espaço. Essas esculturas fixam-se no solo ou buscam libertar-se, direcionando-se para o alto. A partir de 1978, atua como ecologista, luta que assume caráter de denúncia em seus trabalhos: "Com minha obra, exprimo a consciência revoltada do planeta"1. Krajcberg viaja constantemente para Amazônia e Mato Grosso, e registra, por meio da fotografia, desmatamentos e queimadas em imagens dramáticas. Dessas viagens, retorna com troncos e raízes calcinados, que utiliza em esculturas. Na década de 1980, inicia nova série de "gravuras", que consiste na modelagem em gesso de folhas de embaúba e outras árvores centenárias, impressas em papel japonês. Também nesse período, realiza a série Africana, utilizando raízes, cipós e caules de palmeiras associados a pigmentos minerais. Krajcberg sempre fotografa suas esculturas, muitas vezes tendo o mar como fundo. O Instituto Frans Krajcberg, em Curitiba, é inaugurado em 2003, recebendo a doação de mais de uma centena de obras do artista. Krajcberg, ao longo da carreira, mantém-se fiel a uma concepção de arte relacionada à pesquisa e utilização de elementos da natureza. A paisagem brasileira, em especial a floresta amazônica, e a defesa do meio ambiente marcam toda sua obra.
  • Camisa do Corinthians, na cor branca autografada pelos jogadores, referente a temporada 2019/2020.
  • Karel Appel (1921-2006) - Sem título, Óleo s/madeira, 90 x 70 cm. Assinado e datado de 16-07-1981. Esta pintura do mundialmente famoso pintor holandês Karel Appel, membro proeminente do Grupo Cobra, pertenceu a Luiz Hossaka, fotógrafo e ex-conservador chefe do MASP, que o recebeu do próprio artista por ocasião de sua individual no MASP em 1981. Acompanha documento firmado em cartório por Roberto Pereira dos Santos, afilhado de Hossaka.
  • Gargantilha de ouro branco 18K com um diamante de 50 pontos cor H, pureza VS. Garantia e certificado Macchi Joalheria. Por medidas de segurança, a joia não encontra-se na galeria.
  • Escultura em bronze dourado representando Buda. China, Séc. XVIII/XIX. 38 cm de altura.
  • Belíssimo par de vasos em porcelana Cia. das Índias, decoração Família Rosa. Dinastia Qing, Imperador Qianlong (1736-1795), China, Séc. XVIII. 30 cm de altura. (Devido a fragilidade desse lote, seu envio só será realizado através de transportadora especializada). Chama-se Companhia das Índias a porcelana produzida na China por encomenda e com formas ou decoração ao gosto ocidental, transportada pelos navios das diversas Companhias das Índias - inglesa, francesa, holandesa, sueca etc. -, ativas entre os Sécs. XVII e começos do XIX. Nas porcelanas policromadas, ocorrem dois tipos principais de decoração: a Família Verde, surgida em fins do Séc. XVII sob o reinado do Imperador Kangxi (falecido em 1722), e a Família Rosa, caracterizada pela utilização de um esmalte de cor rósea, surgida mais ou menos em 1720 e que se estenderia por todo o reinado do Imperador Qianlong (1736-1795). Flores, pássaros e figuras humanas constituem a decoração preponderante nessas porcelanas. Além desses dois, existem porém outros tipos de decoração policromada, como por exemplo a Família Negra, que consiste na esmaltagem sobre fundo negro; a Café com Leite, na cor castanha, também chamada porcelana de Batávia porque era exportada através do porto de Batávia, em Java; e o Imari chinês, cuja decoração imita as porcelanas japonesas produzidas em Arita, na província de Hizen. Inúmeros serviços de jantar ou de chá e café em porcelana Companhia das Índias foram encomendados por nobres ingleses, franceses, alemães, holandeses, portugueses etc. e exibem suas armas ou brasões. De notar que os portugueses foram os primeiros europeus a encomendar à China peças de porcelana exibindo suas armas, sendo que as mais antigas remontam ao reinado do Imperador Zhengde (1506-1521), da Dinastia Ming.
  • J. Vamszer - Flores. Aquarela. Assinado, cid. 50 x 40 cm.
  • Prato em cloisonné decoração policromada. Japão, período Meiji, Séc. XIX. 31 x 31 cm de diâmetro.
  • Sem assinatura. "Menino". Óleo sobre tela. Europa, Séc. XVIII. 31 x 28 cm.
  • Marcelo Grassmann (1925-2013). Guerreiro e princesa. Técnica mista. Assinado, cid. 34 x 45 cm. Gravador, importante desenhista, ilustrador, professor. Estuda fundição, mecânica e entalhe em madeira na Escola Profissional Masculina do Brás, em São Paulo, entre 1939 e 1942. Passa a realizar xilogravuras a partir de 1943. Atua como ilustrador do Suplemento Literário do Diário de São Paulo, entre 1947 e 1948, e do jornal O Estado de S. Paulo, em 1948. Reside no Rio de Janeiro a partir de 1949, atuando como ilustrador do Jornal do Estado da Guanabara. Frequenta, no Liceu de Artes e Ofícios, os cursos de gravura em metal, com Henrique Oswald, e de litografia, com poty Lazzarotto. Em 1952, reside em Salvador, onde trabalha com Mario Cravo Júnior. Recebe, em 1953, o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM), e viaja para Viena, onde estuda na Academia de Artes Aplicadas. Passa a dedicar-se principalmente ao desenho, à litografia e à gravura em metal. Em 1969, sua obra completa é adquirida pelo governo do Estado de São Paulo, passando a integrar o acervo da Pinacoteca do estado de São Paulo (Pesp). Em 1978, a casa em que nasceu, em São Simão, é transformada em museu, por iniciativa da Secretaria de Cultura, Ciência e Tecnologia de São Paulo, e tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) no mesmo ano. Entre 1991 e 1992, Grassmann é bolsista da Fundação Vitae, em São Paulo.
  • Virgílio Lopes Rodrigues (1864-1944). Praia com barco. Óleo sobre tela. Assinado, cid e datado de 1929. 33 x 54 cm. Pintor. Estuda na colônia agrícola Frei Caneca, em Pernambuco, dirigida por religiosos. Antes de completar 20 anos de idade, transfere-se para o Rio de Janeiro com a intenção de matricular-se no Colégio Militar, intuito frustrado devido a uma enfermidade. Nessa cidade, dedica-se ao comércio de arte, trabalhando no escritório do leiloeiro Joaquim Dias dos Santos, por ocasião da dispersão dos bens da Família Imperial em 1890. Organiza em 1893, ao lado de Eduardo de Sá (1866-1940) e Décio Villares (1851-1931), uma exposição no antigo Paço da cidade do Rio de Janeiro, em benefício do projeto de criação de uma Academia Livre de Belas Artes. No dia de abertura, a exposição é malograda pela eclosão da Revolta da Armada e a Academia não chega a funcionar. Organizando a exposição, Rodrigues toma conhecimento do trabalho de Santa-Olalla (1870-1895), pintor espanhol residente no Rio de Janeiro, com o qual passa a tomar lições de pintura e estabelece estreita amizade. Por incentivo do pintor, frequenta, em meados de 1894, o Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Torna-se um leiloeiro conhecido, dedicando-se paralelamente à pintura. Mantém uma barraca na praia de Copacabana, com materiais para a produção de pinturas, onde recebia artistas como Manuel Faria, Gastão Formenti, Vicente Leite e Artur Lucas, pintores com os quais realiza, em 1926, a Exposição dos Cinco. Apoia a carreira de artistas como Santa-Olalla e Oswaldo Teixeira. Em 1897 participa de sua primeira Exposição Geral de Belas Artes, seguida de muitas outras, chegando a obter a grande medalha de prata na Exposição Geral de 1930.

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