Peças para o próximo leilão

475 Itens encontrados

Página:

  • Lampadário em prata de lei, batida, repuxada, fundida e cinzelada. Contraste da cidade do Porto do primeiro quartel do Séc. XIX. Portugal, cerca de 1820. 63 cm de altura.
  • Sela com estrutura em madeira com acabamento em laca, acompanha peças em couro compondo todo o areio. Japão, Meiji, Séc. XIX. 30 x 40 cm. (Todas as peças marcadas com o símbolo de Kamon Takeda).
  • Banco em madeira maciça, ricamente entalhado e vazado. China. Séc. XIX. 109 x 137 x 63 cm.
  • Par de poltronas em madeira maciça, ricamente entalhada e vazada. China. Séc. XIX. 106 x 56 x 63 cm.
  • Mestre Oliveira. Monumental e rara escultura em madeira policromada representando Nossa Senhora do Rosário com menino Jesus. Um dos maiores escultores mineiros. Por diversos colecionadores, esta peça foi considerada obra prima do artista. Apresenta policromia original, peanha composta por cinco cabeças de anjos e acompanha coroa em prata batida, repuxada e cinzelada da mesma época. Brasil, Minas Gerais, Séc. XVIII. 132 cm de altura com a coroa e 113 cm de altura sem a coroa. Acompanha documentação de transferência de propriedade e procedência.
  • Magnífica cômoda papeleira no estilo e época D. José I, executado em jacarandá. Frente composta por quatro gavetões com seus puxadores de bronze. Apresenta bombée frontal com terminação com ricas colunas laterais e pés entalhados. Parte interna com seus escaninhos, gavetinhas inferiores e superiores e cofre central com segredo e suas pequenas colunas idênticas as externas. Brasil. Séc. XVIII. 114 x 126 x 70 cm. Solicite o certificado de autenticidade da galeria Ricardo Von Brusky.
  • Kakejiku. Assinado e com carimbo, acompanha caixa. 160 x 128 cm. (1).
  • Marcos Coelho Benjamin (1952). Sem título. Ferro, zinco e anil. 158 x 3,5 x 3,5 cm. Escultor, pintor, cartunista, designer gráfico, ilustrador, desenhista e cenógrafo. Em 1969, muda-se para Belo Horizonte. No colégio, começa de forma autodidata a desenhar quadrinhos e, em 1971, passa a colaborar com charges e ilustrações em jornais mineiros. Entre 1971 e 1972, conhece, por intermédio de Manfredo de Souzanetto (1947), os artistas Lotus Lobo (1943) e Noviello e o colecionador Gilberto Chateaubriand, que adquire alguns de seus desenhos. Participa da 12ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1973. Em 1974, conquista o prêmio viagem ao México no 2 Salão Global de Inverno de Belo Horizonte e, em 1977, o grande prêmio da International Cartoon Exhibition, em Atenas. Ainda em 1977, volta a sua cidade natal, e lá permanece por um ano, época em que tem a oportunidade de fazer uma série de brinquedos de materiais reciclados e orgânicos para seus filhos. Participa, em 1979, de caravana de artistas promovida por Paulo Laender para o vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, onde tem contato com diversos artesãos locais e passa a dedicar-se à criação de objetos tridimensionais e instalações. Cria, em 1988, a cenografia dos espetáculos Uatki e Mulheres, do Grupo Corpo, de Belo Horizonte. Em 1989, com o convite para expor na 20ª Bienal Internacional de São Paulo, inicia a fase de produção de obras em grandes escalas e dimensões.
  • Par de raríssimas jardineiras em porcelana policromada Cia. das Índias, decoração Família Verde, com pássaros, peônias e elementos vegetais. China, Qing, Séc. XVIII. 20 x 46 x 26 cm. (Devido a fragilidade desse lote, seu envio só será realizado através de transportadora especializada). Chama-se Companhia das Índias a porcelana produzida na China por encomenda e com formas ou decoração ao gosto ocidental, transportada pelos navios das diversas Companhias das Índias - inglesa, francesa, holandesa, sueca etc. -, ativas entre os Sécs. XVII e começos do XIX. Nas porcelanas policromadas, ocorrem dois tipos principais de decoração: a Família Verde, surgida em fins do Séc. XVII sob o reinado do Imperador Kangxi (falecido em 1722), e a Família Rosa, caracterizada pela utilização de um esmalte de cor rósea, surgida mais ou menos em 1720 e que se estenderia por todo o reinado do Imperador Qianlong (1736-1795). Flores, pássaros e figuras humanas constituem a decoração preponderante nessas porcelanas. Além desses dois, existem, porém, outros tipos de decoração policromada, como por exemplo a Família Negra, que consiste na esmaltagem sobre fundo negro; a Café com Leite, na cor castanha, também chamada porcelana de Batávia porque era exportada através do porto de Batávia, em Java; e o Imari chinês, cuja decoração imita as porcelanas japonesas produzidas em Arita, na província de Hizen. Inúmeros serviços de jantar ou de chá e café em porcelana Companhia das Índias foram encomendados por nobres ingleses, franceses, alemães, holandeses, portugueses etc. e exibem suas armas ou brasões. De notar que os portugueses foram os primeiros europeus a encomendar à China peças de porcelana exibindo suas armas, sendo que as mais antigas remontam ao reinado do Imperador Zhengde (1506-1521), da Dinastia Ming.Solicite o certificado de autenticidade da galeria Ricardo Von Brusky.
  • Raro par de travessas em porcelana Cia. das Índias na decoração azul e branca. Brasão policromado e monogramado ao centro. China, Qing, Qianlong (1736-1795). 20 x 26 cm. (Devido a fragilidade desse lote, seu envio só será realizado através de transportadora especializada). Chama-se Companhia das Índias a porcelana produzida na China por encomenda e com formas ou decoração ao gosto ocidental, transportada pelos navios das diversas Companhias das Índias - inglesa, francesa, holandesa, sueca etc. -, ativas entre os Sécs. XVII e começos do XIX. Nas porcelanas policromadas, ocorrem dois tipos principais de decoração: a Família Verde, surgida em fins do Séc. XVII sob o reinado do Imperador Kangxi (falecido em 1722), e a Família Rosa, caracterizada pela utilização de um esmalte de cor rósea, surgida mais ou menos em 1720 e que se estenderia por todo o reinado do Imperador Qianlong (1736-1795). Flores, pássaros e figuras humanas constituem a decoração preponderante nessas porcelanas. Além desses dois, existem porém outros tipos de decoração policromada, como por exemplo a Família Negra, que consiste na esmaltagem sobre fundo negro; a Café com Leite, na cor castanha, também chamada porcelana de Batávia porque era exportada através do porto de Batávia, em Java; e o Imari chinês, cuja decoração imita as porcelanas japonesas produzidas em Arita, na província de Hizen. Inúmeros serviços de jantar ou de chá e café em porcelana Companhia das Índias foram encomendados por nobres ingleses, franceses, alemães, holandeses, portugueses etc. e exibem suas armas ou brasões. De notar que os portugueses foram os primeiros europeus a encomendar à China peças de porcelana exibindo suas armas, sendo que as mais antigas remontam ao reinado do Imperador Zhengde (1506-1521), da Dinastia Ming.
  • Excepcional crucifixo indo-português elaborado em madrepérola sobreposta a cruz de jacarandá, as extremidades da cruz estão ornamentadas com as figuras dos quatro evangelistas, tendo ainda além da imagem de cristo crucificado, Nossa Senhora e Maria Madalena aos pés da cruz. As ponteiras da cruz são compostas por figuras de anjos. O conjunto iconográfico contido nesta peça impressiona pela qualidade escultórica e detalhes. Este crucifixo participou de exposição junto ao Museu de Arte Sacra de São Paulo. Séc. XVIII. 39 cm de altura.
  • Mestre Oliveira (Atribuído). Crucifixo em madeira. Peça de coleção. Brasil, Minas Gerais. Séc. XVIII. 71 cm de altura.
  • Franz Weissmann (1911-2005). Escultura em alumínio. 3/20. Assinado e datado de 1996. 20 x 13 cm. Escultor, desenhista, pintor e professor. Por meio da aplicação de técnicas do figurativismo e do construtivismo - movimento do qual é um dos precursores no Brasil -, consolida-se como importante criador de esculturas em espaços públicos do país. Sua obra tem como traços característicos os contornos de espaços vazados e a valorização das formas geométricas. A família de Weissmann chega ao Brasil em 1921 e se estabelece no interior de São Paulo. Em 1927, ele se muda para a capital paulista, onde leciona português a estrangeiros e entra em contato com as artes plásticas em visitas a exposições. Em 1929, a família se transfere para o Rio de Janeiro. Ingressa na Escola Nacional de Belas Artes (Enba) em 1939. Durante dois anos, passa pelos cursos de arquitetura, pintura, desenho e escultura, mas não se adapta ao ensino acadêmico e abandona a Enba em 1941. De 1942 a 1944, estuda desenho, escultura, modelagem e fundição no ateliê do escultor polonês August Zamoyski (1893-1970), com quem aprende as técnicas tradicionais do campo. Entre o fim de 1944 e o início de 1945, como forma de "retiro voluntário" para se libertar "do peso acadêmico", Weissmann transfere-se para Belo Horizonte. Na capital mineira, ministra aulas particulares de desenho e escultura e continua com trabalhos que seguem a linha figurativa, mas que tendem à crescente simplificação. Em 1946, realiza sua primeira exposição individual, no diretório dos estudantes da Enba. Em 1948, a convite do pintor Guignard (1896-1962), começa a dar aulas de modelo vivo, modelagem e escultura na primeira escola de arte moderna de Belo Horizonte, a Escola do Parque - posteriormente Escola Guignard -, onde permanece até 1956. Na busca pela essência da figura, realiza esculturas cada vez mais geometrizantes, nas quais o espaço vazado já aparece como um elemento definidor. No decorrer da carreira, o "vazio ativo" - como o artista define tais espaços -, torna-se uma obsessão. É do jogo entre o plano e suas articulações com o elemento vazado que nasce a tridimensionalidade aberta para o mundo das esculturas de Weissmann. A partir da década de 1950, começa a abandonar o estilo figurativo e, gradualmente, elabora um trabalho de cunho construtivista, com valorização das formas geométricas submetidas a recortes e dobras, por meio do uso de chapas de ferro, fios de aço, alumínio em verga ou folha. As primeiras experiências construtivistas, determinantes para o desenvolvimento e a consolidação dessa estética no Brasil, culminam na obra Cubo Vazado (1951), um dos marcos iniciais do estilo. Em 1954, Weissmann vence diversos concursos de projetos para esculturas em espaços públicos. Destes, apenas Monumento à Liberdade de Expressão do Pensamento é edificado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. A obra, no entanto, é destruída em 1962, por causa de "reformas urbanísticas" no local. Ainda nos anos 1950, de volta ao Rio de Janeiro, o escultor integra o Grupo Frente, importante referência do construtivismo no Brasil, formado por artistas como Ivan Serpa (1923-1973), Lygia Clark, Décio Vieira (1922-1988) e Aluísio Carvão (1920-2001). Nesse período, realiza experiências com fios de aço, na série de "esculturas lineares", e com formas modulares, procedimentos que eliminam qualquer tipo de base para as esculturas.  Em 1957, a polícia mineira transforma seu ateliê no subsolo da Escola do Parque Municipal em uma penitenciária. Sem a presença do artista no momento, todos os estudos feitos durante os anos em Belo Horizonte são jogados fora e quase todo o trabalho das décadas de 1940 e 1950 é destruído. No mesmo ano, participa da Exposição Nacional de Arte Concreta e recebe o prêmio de melhor escultor nacional na 4ª Bienal Internacional de São Paulo, onde apresenta a escultura A Torre, um dos ícones do neoconcretismo. Em 1958, recebe o prêmio de viagem ao exterior no 7º Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1959, funda o Grupo Neoconcreto e assina o Manifesto Neoconcreto. Estabelece-se na Europa até o fim de 1964. Os trabalhos desse período, conhecidos como amassados, abandonam momentaneamente a construção geométrica, o que os críticos apontam como um "interregno expressivo" em sua pesquisa, quando a preocupação com a materialidade toma o primeiro plano. Um exemplo é a série Amassados, elaborada com chapas de zinco ou alumínio trabalhadas a martelo, porrete e instrumentos cortantes, alinhando-se temporariamente ao informalismo. Volta ao Brasil em 1965, retoma a aproximação com as vertentes construtivistas e reinicia as experimentações com formas geométricas e modulares. Em 1967, apresenta Arapuca na 9ª Bienal Internacional de São Paulo, peça na qual a cor se faz presente pela primeira vez como elemento determinante do espaço da escultura. A partir de então, são raras as esculturas sem aplicação de cor. Nos anos 1970, recebe o prêmio de melhor escultor da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) e participa da Bienal Internacional de Escultura ao Ar Livre, em Antuérpia, na Bélgica, e da Bienal de Veneza. Ao longo do tempo, mantém-se fiel ao processo de criação, sobretudo ao trabalho direto com o material e a manufatura de modelos com cortes e dobraduras, os quais são posteriormente ampliados numa metalúrgica. Um dos personagens mais importantes do movimento construtivista no Brasil, Franz Weissmann prioriza a exploração dos limites da forma e a realização de esculturas que dialogam com o público e interagem com o espaço urbano.
  • Cruz Processional executada em prata de lei, fundida, batida e cinzelada. Apoiada sobre peanha de madeira no estilo e época D. José I. Brasil ou Portugal, Séc. XVIII/XIX. 45,5 cm de altura com a base e 34,5 cm de altura sem a base.
  • Benedito Calixto (1853-1927). Porto de Santos. Aquarela sobre cartão. Assinado, cie. e datado de 1890. 23 x 52 cm. Excepcional pintura de Benedito Calixto um dos principais pintores acadêmicos do Brasil. O tema desenvolvido reporta-se ao Porto de Santos, ícone da pintura de Calixto e muito apreciado pelos colecionadores e pelo seu caráter iconográfico. Acompanha certificado de autenticidade elaborado por Celso Calixto no ano de 2008. Obra publicada no livro "Olhares Views", da tela a fotografia, um porto visto do alto, de autoria de Sérgio Furtado. Ex coleção Dr. Ary Casagrande.
  • Raríssima escultura em cerâmica policromada representando Buda. China, Ming, Séc. XVI. Ex coleção Família Vetmas de Buenos Aires. 59 cm de altura. (Devido a fragilidade desse lote, seu envio só será realizado através de transportadora especializada).
  • Sopeira em prata de lei, batida, repuxada e canelada. Apresenta contrastes do primeiro quartel do Séc. XIX, do período George IV e iniciais RG de provável feitura do importante ourives Robert Garrard. 3.200 kg. 34 cm de altura. Solicite o certificado de autenticidade da galeria Ricardo Von Brusky.
  • Par de anjos tocheiros em monobloco de madeira policromada. Portugal, Séc. XVIII. 62 cm de altura.
  • Par de tocheiros ricamente entalhados em madeira maciça encerada, com acantos e volutas. Brasil, Séc. XVIII. 165 cm de altura. Exemplares semelhantes encontram-se na Catedral de Olinda.Solicite o certificado de autenticidade da galeria Ricardo Von Brusky.
  • Grande lampadário em prata de lei, batida, repuxada e cinzelada. Contraste da cidade do Porto. Portugal, Séc. XIX. 6 Kg. 109 cm de altura. Solicite o certificado de autenticidade da galeria Ricardo Von Brusky.

475 Itens encontrados

Página: