Peças para o próximo leilão

776 Itens encontrados

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  • Aldemir Martins (1922-2006). Marinha. Acrílica sobre tela. Assinado, cie e datado 2000. 60 x 80 cm. Acompanha certificado de autenticidade.
  • Caneta Cross, clássica esferográfica em ouro baixo. Por motivo de segurança, as obras não encontram-se na galeria.
  • Broche de ouro, pérola branca e brilhantes. Total 16.8 gr.  Aproximadamente 0,30 ct. Por motivo de segurança, as obras não encontram-se na galeria.
  • Anel em ouro amarelo, cravejado com brilhantes e safira. Total 8.4 gr.  Por motivo de segurança, as obras não encontram-se na galeria.
  • Raro par de tamboretes ou bancos em cloisonné policromado. China, Qing, princípio do Séc. XIX. 47 x 37 cm.
  • Grande e raro cavalo em cloisonné. Cela móvel. China, Qing, princípio do Séc. XIX. 84 x 92 cm. Mínimos restauros. (Devido a fragilidade desse lote, seu envio só será realizado através de transportadora especializada).
  • Vaso em porcelana monocromado, decoração com símbolos. Marcas no verso do período Kangxi. China, provavelmente primeira metade do Séc. XVIII. 24 cm de altura.
  • Iberê Camargo (1914 - 1994). Sem título. Aquarela sobre papel. Assinado, cid, verso e datado de 1963. 58,5 x 89,5 cm. Pintor, gravador, desenhista, escritor e professor. Em 1928 estuda pintura com Frederico Lobe e Salvador Parlagreco (1871-1953) na Escola de Artes e Ofícios, em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Entre 1936 e 1939, em Porto Alegre, faz o curso técnico de arquitetura do Instituto de Belas Artes de Porto Alegre e estuda pintura com Fahrion (1898-1970). Muda-se para o Rio de Janeiro em 1942 e, com bolsa de estudos concedida pelo governo do Rio Grande do Sul, frequenta por pouco tempo a Escola Nacional de Belas Artes - Enba. Não satisfeito com a proposta acadêmica, estuda com Guignard (1896-1962) e funda, em 1943, com outros artistas, o Grupo Guignard. Em 1947 recebe o prêmio de viagem ao exterior e vai para a Europa no ano seguinte. Em Roma, estuda com Giorgio de Chirico (1888-1978), Carlos Alberto Petrucci, Antônio Achille e Leone Augusto Rosa, e em Paris, com André Lhote (1885-1962). Volta ao Brasil em 1950 e, em 1952, torna-se membro da Comissão Nacional de Artes Plásticas. Funda, em 1953, o curso de gravura do Instituto Municipal de Belas Artes do Rio de Janeiro, hoje Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage. Em 1954, participa com Djanira (1914-1979) e Milton Dacosta (1915-1988), da organização do Salão Preto e Branco e, no ano seguinte, do Salão Miniatura, ambos realizados em protesto às altas taxas de importação de material artístico. Promove curso livre de pintura no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, em duas temporadas entre 1960 e 1965. Em 1966 executa painel de 49 metros quadrados oferecido pelo Brasil à Organização Mundial de Saúde (OMS), em Genebra. A partir de 1970, leciona na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Em 1980 Iberê Camargo mata a tiros um homem que o agride na rua. É absolvido sob o argumento de legítima defesa, mas o episódio marca profundamente sua vida e sua obra. Em 1986, recebe o título de doutor honoris causa da Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. Entre suas publicações, constam o artigo Tratado sobre Gravura em Metal, 1964, o livro técnico A Gravura, 1992 e o livro de contos No Andar do Tempo: 9 contos e um esboço autobiográfico, 1988.
  • Rodrigo Andrade (1962), Sem Título. Óleo sobre tela. Assinado no verso e datado de 1993. 130 x 150 cm. Pintor, gravador, artista gráfico. Inicia sua formação em gravura no ateliê de Sérgio Fingermann em São Paulo, em 1977, e no ano seguinte frequenta o Studio of Graphics Arts, em Glasgow, Escócia. Estuda desenho com Carlos Fajardo em 1981, e participa de cursos de gravura e pintura na Ecole Nationale Supérieure dês Beaux-Arts Escola Nacional Superior de Belas Artes de Paris, entre 1981 e 1982. De volta ao Brasil, integra, entre 1982 e 1985, o grupo Casa 7. Em 1984, participa do 2 Salão Paulista de Arte Contemporânea, em que ganha o prêmio revelação, e, em 1985, da 18ª Bienal Internacional de São Paulo e do 8 Salão Nacional de Artes Plásticas, no Rio de Janeiro, no qual recebe o prêmio aquisição. Faz sua primeira individual em 1986, no Subdistrito Comercial de Arte, em São Paulo. Desde 1987, atua como artista gráfico de revistas e livros e produz, entre 1991 e 1998, capas para a revista Veja. Recebe, em 1991, o prêmio Brasília de Artes Plásticas, do Museu de Arte de Brasília - MAB. Nesse ano, participa como professor do projeto A Produção Refletida, da Oficina Cultural Oswald de Andrade, em São Paulo. A partir de 2001, ministra curso sobre arte contemporânea no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP.
  • Francesco de Mura - Atribuído. Madona. Pintura europeia. Óleo sobre tela. 76 x 63 cm.
  • Pendant de pinturas. Óleo sobre tela. Europa. Provavelmente Escola Holandesa, Séc. XIX. 37,5 x 48 cm. Apresenta pequeno restauro.
  • Antônio Gomide (1895-1967). Sem Título. Aquarela sobre papel. Assinado, cid e datado 1957. 22 x 34 cm. Reproduzido no catálogo da casa de Leilões Companhia das Artes na página 36 e certificado de autenticidade de Elvira Vernaschi em 2003.
  • Di Cavalcanti (1897-1976). Natureza Morta. Óleo sobre tela. Assinado cie. Ex coleção Theodor Fuchs. 50 x 61 cm. Foi pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Inicia sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, reside em São Paulo, onde frequenta o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons (1865-1939). Convive com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade (1890-1954) e Mário de Andrade (1893-1945), Guilherme de Almeida (1890-1969), entre outros. Em 1921, ilustra A Balada do Enforcado, de Oscar Wilde (1854-1900), e publica o álbum Fantoches da Meia-Noite, editado por Monteiro Lobato (1882-1948). É o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expõe 12 obras. Em 1923, faz sua primeira viagem à França, onde atua como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, frequenta a Academia Ranson, instala ateliê e conhece obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso (1881-1973), Georges Braque (1882-1963), Fernand Léger (1881-1955), Henri Matisse (1869-1954), Jean Cocteau (1889-1963) e Blaise Cendrars (1887-1961). Volta a São Paulo em 1926, trabalha como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. A estada em Paris marca um novo direcionamento em sua obra. Conciliando a influência das vanguardas europeias com a formulação de uma linguagem própria; adota uma temática nacionalista e preocupa-se com a questão social. No ano de 1928, filia-se ao Partido Comunista do Brasil (PCB). Em 1931, participa do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho (1899-1973), Antonio Gomide (1895-1967) e Carlos Prado (1908-1992), o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1933, publica o álbum A Realidade Brasileira, uma sátira ao militarismo da época. Em 1938 viaja a Paris, onde trabalha na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retorna ao Brasil em 1940, trabalha como ilustrador, e publica poemas e memórias de viagem. Em 1972, seu álbum 7 Xilogravuras de Emiliano Di Cavalcanti é editado pela Editora Chile. Di Cavalcanti começa a trabalhar como ilustrador em 1914, no Rio de Janeiro, e publica sua primeira caricatura na revista Fon-Fon. Em 1917, muda-se para São Paulo, onde, além de frequentar a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, realiza sua primeira exposição individual de caricaturas e faz ilustrações e capas para a revista O Pirralho. A efervescência cultural em alguns círculos modernos de São Paulo e a exposição de Anita Malfatti (1889-1964) levam-no a retomar o estudo, iniciado no Rio de Janeiro, de pintura com Georg Elpons. Em suas primeiras obras, utiliza tons pastel e retrata personagens mergulhados na penumbra, misteriosos, como Figura, 1920 e Mulher em Pé, ca.1920, o que faz com que Mário de Andrade o chame de "menestrel dos tons velados". Em 1921, ilustra A Balada do Enforcado, de Oscar Wilde, e publica o álbum Fantoches da Meia-Noite, no qual enfoca o universo boêmio e os tipos da noite: bêbados, vigias e prostitutas. Seu desenho revela a influência do ilustrador inglês Aubrey Vincent Beardsley e caracteriza-se pela linha leve, alongada e sinuosa e pelo uso de elementos decorativos, ao estilo art nouveau. Nesse período, torna-se amigo de intelectuais paulistas como Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Guilherme de Almeida, sendo sua a ideia da Semana de Arte Moderna de 1922, para a qual cria o catálogo e o cartaz. Em 1923, viaja para Paris, onde frequenta a Académie Ranson. A viagem possibilita-lhe o contato com importantes pintores contemporâneos como Pablo Picasso, Georges Braque, Fernand Léger e Henri Matisse, influências que transparecem em suas obras, trabalhadas em uma linguagem muito pessoal. Retorna ao Brasil em 1925. Passa a apresentar em sua pintura um uso mais acentuado da cor, iluminando a sua paleta. O diálogo intenso com a obra de Pablo Picasso pode ser observado no porte volumoso e monumental dos personagens ou no tratamento dado às mãos e aos pés das figuras, como, por exemplo, em Modelo no Ateliê, 1925 ou Cinco Moças de Guaratinguetá, 1930. O artista revela a formulação de seu estilo na utilização de formas simplificadas e curvilíneas e cores quentes, em especial vários tons de vermelho, trabalhadas em uma poética lírica. Em 1928, ingressa no Partido Comunista. Nos anos seguintes, demonstra ser um artista inquieto com os problemas sociais. O contato com o expressionismo alemão, com sua ácida crítica social, e principalmente com a obra de George Grosz, pode ser visto em trabalhos, como por exemplo, Mulher Ruiva, 1931 e Retrato de Noêmia, 1936. A vertente social e nacionalista, com temáticas ligadas a um certo cotidiano do povo - a favela, o malandro, o samba, os pescadores, os bares, as prostitutas e a boêmia -, ambientadas no Rio de Janeiro, permanecerá constante em toda sua obra, como em Samba, 1925, Scène Brésilienne Cena Brasileira, 1937/1938, Três Raças, 1941 e Carnaval no Morro, 1963. Em 1932, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos (CAM). No ano seguinte, publica o álbum A Realidade Brasileira, série de 12 desenhos, nos quais enfoca criticamente a sociedade e seus dirigentes. Escreve ainda um artigo para o Diário Carioca sobre a exposição de Tarsila do Amaral (1886-1973), no qual ressalta a relação entre a produção artística e o compromisso social. A década de 1940 marca sua maturidade artística e o reconhecimento público no cenário da arte moderna brasileira. Defensor ardoroso da arte figurativa, em 1948 pronuncia uma conferência no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), Os Mitos do Modernismo, publicada na revista Fundamentos, sob o título Realismo e Abstracionismo, posicionando-se a favor de uma arte nacional e contra o abstracionismo, tendência que começava a expandir-se no país. Di Cavalcanti, entre outros artistas do modernismo, esteve atento, em sua produção, à formação de um repertório visual ligado à realidade brasileira. Apesar do contato com a produção artística contemporânea em sua vivência parisiense e do especial diálogo que mantém com as obras de Paul Cézanne e Pablo Picasso, ele aplaina e nivela as linguagens modernas em seus trabalhos. Entende a arte principalmente como uma forma de participação social. Assim, valoriza em sua produção os temas de caráter realista e voltados à construção da identidade nacional, como a representação das mulatas ou do carnaval.
  • Anita Malfatti (1889-1964). Vaso com Flores. Óleo sobre tela. Assinado, cid. 55 x 46 cm. Foi pintora, desenhista, gravadora, ilustradora e professora. Uma das mais relevantes artistas brasileiras, Anita tem papel determinante na introdução da estética modernista no país. Inicia seu aprendizado artístico com a mãe, a pintora Bety Malfatti (1866-1952). Em 1909, pinta algumas obras, entre elas a Primeira Tela de Anita Malfatti. No ano seguinte, viaja à Europa para aperfeiçoar sua formação, e se instala na Alemanha, país que vive uma efervescência do expressionismo. Anita ingressa na Academia Imperial de Belas Artes de Berlim, onde tem aulas de desenho, perspectiva e história da arte. A linha de seus estudos, no entanto, ainda é bastante tradicional. Ao longo de sua estada na cidade, entra em contato a agitação modernista, e se interessa pelas novas linguagens, ampliadas nas aulas particulares que tem com o professor e pintor alemão Fritz Burger-Mühlfeld (1867-1927). Ligado ao pós-impressionismo alemão, ele lhe oferece possibilidades artísticas que extrapolam as abordagens tradicionais. Anita permanece na Alemanha até 1914, período em que se dedica também ao estudo da gravura. O aprendizado das novas poéticas transparece na produção do período. O contorno clássico prevalece, mas as cores são usadas de modo expressivo e demonstram uma movimentação maior e mais contrastada que a do desenho. Embora não haja conflito com as formas, é perceptível que os elementos operam em dinâmicas distintas. Ao retornar a São Paulo, expõe esses quadros em sua primeira mostra individual, em 1914, no Mappin Stores. De 1915 a 1916, reside em Nova York e tem aulas com professores como os pintores americanos George Brant Bridgman (1864-1943), e Homer Boss (1882-1956) na Independent School of Art. A convivência com este professor e o clima vanguardista da escola levam adiante o desenvolvimento da liberdade moderna cultivada na Alemanha. Na mesma época, realiza seus trabalhos mais conhecidos, como O Farol (1915), Torso/Ritmo (1915/1916) e O Homem Amarelo (1915/1916), nos quais, o desenho perde o compromisso com a verossimilhança clássica e ganha sentido mais interpretativo. Por vezes, o contorno grosso e sinuoso apresenta as figuras como uma massa pesada e volumosa. Em outros trabalhos, com o traço mais fechado, a cor é aplainada e compõe retratos e paisagens livres, pela articulação de superfícies em tons contrastantes. De volta ao Brasil, em 1917, associa a liberdade de compor com formas à crítica nacionalista. Pinturas como Tropical (1917) e Caboclinha (1907) fazem parte desse esforço. Todas essas pinturas são reunidas em sua segunda individual: Exposição de Arte Moderna, em dezembro de 1917. A mostra implica respostas diversas e repercussões decisivas para seu trabalho. Se, por um lado, a exposição rende uma aproximação com os artistas e intelectuais que mais tarde realizam em São Paulo a Semana de Arte Moderna, por outro, Anita vira alvo de uma reação violenta às linguagens vanguardistas. As posições contrárias às vanguardas de origem europeia consideram a exposição um desperdício do talento da artista, porque representa a entrega a estrangeirismos deslumbrados e mistificadores. O crítico de maior destaque é o escritor Monteiro Lobato (1882-1948), autor do artigo A Propósito da Exposição Malfatti (1917). O escritor Oswald de Andrade (1890-1954) publica no Jornal do Comércio, em 1918, artigo em defesa da pintora. Tal reação, para alguns, abala a confiança da artista, causando impacto em sua carreira; para outros, Anita já vem oscilando esquemas formais mais realistas e soluções mais próximas do modernismo internacional. Após 1917, a pintora se aproxima da linguagem tradicional e faz aulas com o acadêmico Pedro Alexandrino (1856-1942), e, com o pintor alemão Georg Elpons (1865-1939). Encorajada pelos membros do Grupo dos Cinco1, por volta de 1921, Anita se interessa novamente pelas linguagens de vanguarda. A artista expõe 20 trabalhos de cunho modernista na Semana de Arte Moderna de São Paulo (1922). Em 1923, recebe bolsa do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo e viaja a Paris, onde permanece por cinco anos e tem aulas com o pintor francês Maurice Denis (1870-1943). Em sua estada, distancia-se de posições polêmicas da vanguarda, passa a pintar cenas de interiores, como Interior de Mônaco (1925) e La Rentrée (1927), e se aproxima do fauvismo e da simplicidade da pintura primitiva. A artista não nega o modernismo, mas evita o que ele tem de ruptura. Volta ao Brasil em 1928, interessa-se por temas regionalistas e recorre às formas tradicionais, como a pintura renascentista e a arte naïf. Leciona desenho e pintura em escolas como Mackenzie, Escola Normal Americana e em seu ateliê. Na década de 1930, integra a Sociedade Pró-Arte Moderna (Spam) e, em razão do interesse por uma pintura mais fluente e descompromissada, participa do Salão Revolucionário (1931) e aproxima-se do grupo de pintores da Família Artística Paulista (FAP). Anita se identifica com a busca de uma pintura espontânea, desvinculada de modelos consagrados e do desejo de inovação. A partir da década seguinte amplia sua produção de cenas da vida popular. Nos anos 1950, o popular não é apenas tema, mas também passa a ser incorporado nas formas, influenciado pela arte não culta. Embora seja uma das responsáveis pela introdução do modernismo no país, o legado artístico de Anita Malfatti passa por variadas linguagens. O vasto trabalho da artista é movido pelo desejo tanto de experimentação quanto de simplicidade e espontaneidade.
  • Aldo Bonadei (1906-1974). Sem título. Óleo sobre tela. Assinado, cid e datado 1964. 56 x 78 cm. Pintor, designer, gravador, figurinista e professor. Entre 1923 e 1928 é aluno de desenho do pintor Pedro Alexandrino (1856-1942), período em que também frequenta o ateliê do pintor Antonio Rocco (1880-1944). Em 1929, Bonadei torna-se amigo do professor de arte Amadeo Scavone. Viaja para a Itália, entre 1930 e 1931, e frequenta a Accademia di Belle Arti di Firenze Academia de Belas Artes de Florença, onde tem aulas com o pintor Felice Carena (1879-1966) e seu assistente Ennio Pozzi (1893-1972), ambos ligados ao movimento novecentos. Nesse período, dedica-se ao desenho da figura humana, principalmente ao nu.  Retorna a São Paulo no início da década de 1930 e participa ativamente do Grupo Santa Helena, da Família Artística Paulista (FAP) e do Sindicato dos Artistas Plásticos. Integra de 1939 e 1941 o Grupo Cultura Musical, criado pelo psiquiatra Adolpho Jagle, que promove reuniões de artistas. Datam dessa época as suas primeiras experiências abstratas. Em 1949 leciona na Escola Livre de Artes Plásticas, primeira escola de arte moderna de São Paulo e participa do Grupo Teatro de Vanguarda. No ano seguinte, funda a Oficina de Arte (ODA), com Odetto Guersoni (1924-2007) e Bassano Vaccarini (1914-2002). No fim da década de 1950 atua como figurinista nas peças Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues (1912-1980), e Casamento Suspeitoso, de Ariano Suassuna (1927-2014), ambas encenadas pela Companhia Nídia Lícia - Sérgio Cardoso. Nesse período, desenha alguns figurinos para dois filmes dirigidos por Walter Hugo Khoury (1929-2003), Fronteiras do Inferno (1958) e Na Garganta do Diabo (1959).
  • Patek Philippe Ladies Gondolo 18k. Yellow gold ladies. Watch preowned. 4824/1.  Por motivo de segurança, as obras não encontram-se na galeria.
  • Par de biombos em pergaminho policromado e dourado com diversas cenas orientais. Japão, Meiji, Séc. XIX. 156 x 330 cm. Apresenta caixa original.
  • Benedito Calixto (1853-1927). Porto de Santos. Importante aquarela sobre cartão. Assinado, cie. e datado de 1890. 23 x 52 cm. Excepcional pintura de Benedito Calixto um dos principais pintores acadêmicos do Brasil. O tema desenvolvido reporta-se ao Porto de Santos, ícone da pintura de Calixto e muito apreciado pelos colecionadores e pelo seu caráter iconográfico. Acompanha certificado de autenticidade elaborado por Celso Calixto no ano de 2008. Obra publicada no livro "Olhares Views", da tela a fotografia, um porto visto do alto, de autoria de Sérgio Furtado. Ex coleção Dr. Ary Casagrande.
  • Candido Portinari (Brodósqui, SP, 1903 - RJ, RJ, 1962) Retrato de Mulher. Óleo sobre tela. Assinado, cie e datado de 1944. (Inscrito no projeto nº 0006-A). 76 x 60 cm. Importante pintor, gravador, ilustrador, professor e artista plástico brasileiro da fase modernista reconhecido mundialmente. Em 1928 Candido Portinari ganha o Prêmio de Viagem à Europa no Salão Nacional de Belas Artes com um retrato do poeta Olegário Mariano no qual se percebe forte influência do pintor espanhol Ignacio Zuloaga. Na Europa, o artista de 25 anos percorre França, Itália, Inglaterra e Espanha, observando muito e pintando pouco: quando retorna ao Brasil, havia trocado sua primeira maneira, tradicionalista, pela modernidade, visível nos pouquíssimos retratos e naturezas-mortas.
  • Mário Gruber(1927-2011). Da Série Os Noivas nº 028. Óleo sobre tela sobre madeira. Assinado, cid, situado SP e datado out 1989. 33 x 24 cm.

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